Gastrite nervosa afeta principalmente as mulheres

Entenda como prevenir e o melhor tratamento a ser adotado

Gastrite nervosa está ligada ao estresseIndependente da idade, toda mulher que leva uma vida corrida, regada a muito estresse e com picos de ansiedade é potencial portadora de gastrite nervosa. É uma doença com causas emocionais. Somando-se às causas emocionais, uma alimentação inadequada pode agravar o quadro.

O uso do cigarro e doses excessivas de bebidas alcoólicas também potencializam esse tremendo desconforto estomacal. Café, refrigerantes, frituras e alimentos ácidos estão na lista dos agressores mais potentes.

E como prevenir essa doença, que de acordo com os médicos está cada vez mais comum especialmente entre as mulheres?

Procurar o especialista

Como existem algumas outras doenças que incomodam o estômago e esôfago, o ideal na hora em que sentir incômodos estomacais é a procura de um médico especialista.

É o médico e o exame específico que vão identificar se a causa do problema está relacionada a uma úlcera, gastrite clássica, esofagite ou a tal da gastrite nervosa. Sobre essa última, o principal tratamento estará relacionado ao combate do estresse e mudanças na alimentação.

Enquanto a gastrite nervosa está relacionada ao fator emocional e não causa alteração na parede estomacal, a gastrite clássica altera a mucosa do estômago e pode ocasionar uma inflamação que pode até evoluir para uma úlcera. 
Outra dica: nada de fazer uso de medicação sem a orientação médica. Esse comportamento pode mascarar o problema e agravar o quadro. 

Como aliviar os transtornos

Os sintomas da gastrite nervosa são : desconforto, dor, azia e afins. Há medicamentos específicos para combater esses transtornos, mas a principal recomendação médica é a mudança nos hábitos: combate ao estresse e reeducação alimentar. Confira algumas dicas:

Principais cuidados para quem tem gastrite nervosa

  1. Cigarro: parar de fumar é o primeiro passo. A nicotina contribui para a produção de ácido, que potencializa o desconforto. 
  2. Álcool: bebidas alcoólicas afetam diretamente as paredes estomacais.
  3. Café: redução, e se possível, total eliminação do café. Para substituir, use a versão descafeinada.
  4. Chocolate: a gordura e a cafeína presentes no chocolate também são prejudiciais.
  5. Refrigerantes: os gases dos refrigerantes também irritam o estômago.
  6. Estresse: para combater o estresse, pratique uma atividade física ou verifique outras possibilidades de combater esse mal.
  7. Gordura: alimentos com alto teor de gordura e as frituras são alguns dos vilões mais perigosos. A gordura tem poder de irritação do aparelho gástrico.
  8. Sucos: o paciente deve evitar sucos de laranja, maracujá e outras frutas ácidas. O ideal é substituí-los pelo suco de caju, que também é rico em vitamina C e não gera acidez estomacal.
  9. Leite: o leite gelado já foi bastante recomendado para diminuir as dores estomacais. Atualmente, os especialistas alertam que o leite pode causar ainda mais irritação para o paciente que já estiver com uma gastrite nervosa, por exemplo. É que o cálcio bastante concentrado do leite acentua a acidez estomacal.
  10. Dieta saudável: os especialistas recomendam o uso de frutas e verduras cruas. Alimentos com propriedades calmantes e anti-inflamatórias são os mais recomendados. Já os produtos industrializados tendem a tornar o tratamento mais difícil. A boa mastigação, os intervalos corretos para cada refeição também interferem no tratamento.

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